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(Re)Encontrei a princesa.

9 maio

Encontrei meu príncipe encantado.

Você sabia dês de sempre que seria sua. E eu boba, ficava aqui me remoendo esperando um brilho.
Então você chegou com seu cavalo branco, desceu me olhou e disse: Vamos comigo para o paraíso?
Não pensei duas vezes, e um sorriso logo se abriu em meus olhos. Você pegou minha mão e me levou, para onde jamais alguém poderia me levar: só você, só você podia.

Hoje conversando com uma pessoa que não falava a anos, ele me perguntou: por que você está solteira?
Ele ficou espantado quando falei que não estava namorando. Pois como ele mesmo lembrou, nunca me viu sozinha. E é verdade. Terminava um namoro e logo engatava outro, não para tentar esquecer, mas sim porque estava carente (eu acho).
Observação que muito me lembra uma frase que li no livro da maravilhosa Elizabeth Gilbert, Comer Rezar e Amar. Ela também tinha este sério problema.

E o que pude perceber é que isso é medo de ficar sozinha. Nunca fui uma pessoa de muitos amigos, sai toda hora, com turma… Eu saio com o meu namorado. E isso só piorava essa situação, criando um abismo, onde está você e seus relacionamentos de um lado e seus amigos do outro.

O que estou querendo dizer é que o rumo deste pots mudou completamente (ou não, talvez ainda dê para voltar ao poeminha).
Eu não sei mais o que escrever além de que estou triste agora.
Não sou uma pessoa sem amigos e vim aqui me lamentar, mas acontece que pisei na bola feio com eles e está sendo difícil reconquista-los.
Não estou sabendo lidar com as múltiplas faces que um ser humano deve ter.
Mas acho que poderia deixar de ser “a menina séria” e começar a ver a vida de outra maneira, não larga tudo como fiz este ultimo mês, mas parar de me preocupar demais com tudo e todos, o que vão pensar, o que vão achar, e começar a fazer, a falar, independente dos outros. Mas claro não se tornando uma cretina. O que estou falando é que não quero mais deixar de fazer as coisas por achar que iram achar de mim, palhaçada isso.

Eu sou uma boa pessoa, e amigos me admiram pelo que sou, e acho que já passou da hora de ter mais confiança em mim e começar a abrir meus próprios caminhos.

Essa maravilhosa imagem (da Nubia Abe) ilustra meu pensamento.
Por mais que o mundo esteja de ponta cabeça, ele ainda pode continuar lindo.

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Relação-não-relação

16 abr

Um outro problema é: não me apegar as pessoas! Eu não consigo manter uma relação, sem ter uma relação, me relacionando com alguém, mas sem estar relacionado. Entende? Lógico que entendeu… Como não poderia?!

Ficar apenas uma vez não chega perto da caixinha de estar se relacionando com alguém, até ai consigo entender. Mas ficar várias vezes, durante um tempo, isso já abre a tampa.

Então não entendo, não sei como me comportar diante uma “relação-não-relação”. Ficar sem compromisso, se ver durante 5 dias seguidos, ficar sem se falar durante 10, sair durante duas semanas, ficar sem se ver durante três.

Não estou aqui querendo ser louca e querer visitar periódicas, não se trata disso. E sim de… Não sei descrever.

Se estou com uma pessoa, mesmo que não seja algo serio, se falar as vezes, se ver as vezes tudo bem. Estamos “ficando”. Podemos viajar, ir à festas juntos, pois estamos “ficando”. Agora ficar com uma pessoa durante um tempo, depois agir como se nada tivesse acontecido, e depois relembrar e ficar novamente, isso não dá.

Uma coisa que o Fanboy fazia e que me deixava doida era ficar me provocando, mas não tive esperanças com ele, e nem fiquei confusa.

Com o Leitão eu que tive que dar um basta, pois não queria continuar saindo com ele.

Mas com O mentiroso, eu estava gostando de ficar com ele, e queria sair com ele nos finais de semana, mas nunca dava, e o fato dele ficar sem falar comigo… (a continuação sobre ele está em outro post). O comportamento dele me deixou bem confusa. E o fato dele não falar meu nome para as outras pessoas no telefone: Estou com uma amiga! (ta isso é paranóia).

Em fim, eu não sei como me comportar. E não sou de ficar com mais de uma pessoa, então… Não faça nada!

Nada acontece sem querer!

O patinho feio!

16 abr

Quando terminamos um namoro enfrentamos um problema: o que fazer? Como fazer? Entre outros milhares. Um dos maiores problemas que estou enfrentando e em me relacionar com as pessoas. Nunca fui de ficar em rodinha conversando, sair depois das aulas, depois do trabalho para bater papo, e isso fez com que me tornasse uma pessoa fraca. Com um namorado, você cria um laço, que acaba deixando você confortável na maioria das situações, fazendo com que você saiba articular a situação, podendo, por exemplo, participar de em uma conversa aleatória.

Mas mesmo assim, sempre tive dificuldade nisso.

Os meus amigos não percebem, pois com eles eu consigo. Mas não sou uma pessoa de muitos amigos e não consigo resgatar assuntos rotineiros, acontecimentos engraçados para manter um diálogo com quem não conheça. Isso me atrapalha e muito, só depois de conhecer a pessoa um tempo, consigo colocar a cabeça para funcionar e estabelecer um diálogo.

E agora que não tenho mais o meu menininho por perto, isso fica potencializado.

Eu meio que me sinto excluída. Simplesmente não consigo me entrosar facilmente.

(o foco deste post já se foi, e nem deixou uma cartinha)

Agora eu preciso me redescobrir, me jogar no mundo… Ler, ouvir, ver, discutir…. Saber construir. Isso não é uma tarefa fácil, eu sei disso, estou atrasada.

=/..... xD

Sozinha?

6 abr

Uma coisa que comecei a perceber depois de um tempo sendo ex-namorada é que estava sozinha. Mas muito sozinha. Sozinha mesmo. Sabe? Completamente sozinha, sozinha. (chega, acho que já entenderam).
Eu sentia muita falta do menininho que era meu namorado. Mas ainda muita raiva dele.
Então, tentava a todo custo não ficar em casa. Saia para qualquer lugar. Andar no shops para fazer nada. Ou ir no cinema, ir muito no cinema. E aceitar todos os convites.
Eu comecei a ser uma pessoas mais acessível, e mais flexível. Tentando a todo custo não me sentir a menor, pior e mais desprezível e solitária pessoa do mundo, mas digo que não foi fácil, na verdade ainda não está sendo fácil não me sentir assim as vezes. Será que isso irá durar para todo o sempre?

O fim…

6 abr

Vamos ao meu primeiro parágrafo efetivo sobre minha vida.
Não vou aqui discorrer sobre os detalhes do meu relacionamento, irei fazer um sinopse, apenas para vos colocar no contexto.
Comecei a namorar um aluno, da escola onde eu dava aula de informática. Mas eu logo sai da escola, então esta falta de ética não perdurou. E só para ninguém ficar achando que eu era um tiazinha safada, eu tinha 16 anos e ele 18. Normal!
Até o segundo ano de namoro foram maravilhas, mas o ultimo ano foi de pedra.
Devido a correria – faculdade e trabalho – não tinha muito tempo, então o tempo que me sobrava era dedicado a ele. Isso acarretou que me afastei muito (muito mesmo) de todos os meus amigos – coisa que me arrependo.
Começaram diversos problemas, desentendimentos… Em fim, terminamos.
Eu gostava muito dele, e não tenho dúvida que ele de mim. Mas não deu certo.
Assim, depois de terminado o namoro definitivamente, pois terminamos muitas vezes já – por dois dias -, eu me vi ali: sem ele, sem meu namorado, sem meu companheiro. Mas me vi sem “EU” também, pois como bem diz aquela música do Titãs: “Não me lembro como eu era antes de você”. Mas não no mesmo contexto da música, e sim de uma maneira desastrosa.
Não tinha mais meus amigos, meus costumes eram outros, e havia deixado muita coisa de lado, e tinha agora que me recolocar no mundo, uma tarefa NADA fácil.